Demétrio Magnoli - Dos pugilistas cubanos aos arapongas
October 2, 2008 – 10:52 am | by Marcos V.Imperdível a coluna de Demétrio Magnoli no Estadão. Começa traçando um paralelo entre a deportação dos pugilistas cubanos e a arapongagem federal e segue em frente mostrando como o messias de Garanhuns acredita que a imprensa deve agir em conjunto com o estado, ou seja, submissa a ele.
Eis um aperitivo:
Quando Tarso Genro ordenou a captura e deportação dos pugilistas cubanos, nos Jogos Pan-Americanos de 2007, converteu-se em herdeiro político legítimo de Alfredo Buzaid, seu antecessor no Ministério da Justiça nos tempos de Garrastazu Médici. Não há surpresa na sua iniciativa de suprimir do projeto de lei destinado a frear a farra dos grampos uma cláusula que protegia o direito jornalístico de divulgar o conteúdo de escutas vazadas de investigações policiais. Nem na sua negativa em admitir a intenção do governo de restringir a liberdade de informar. Afinal, ninguém esqueceu que o ministro do Arbítrio substituiu, ex post facto, o termo de deportação dos pugilistas por um documento de repatriamento. Leia mais.
Tags: Demetrio Magnoli, estadao, lula, Medici, Tarso Genro





2 comentários to “Demétrio Magnoli - Dos pugilistas cubanos aos arapongas”
By Spiler Ferreira on Mar 9, 2009 | Reply
Só uma pergunta, continua imperdível a reportagem? Acho que sim, pois ela só manifesta a imprensa de um lado só que temos nesse país. Democracia é, sempre, apresentar os dois lados da moeda, sem tender, sem mascarar, sem antecipar (ou deturpar) decisões.
By Marcos V. on Mar 11, 2009 | Reply
Spiler,
no caso específico desse artigo do Demétrio Magnoli, seria difícil ele apresentar os “dois lados” sendo que um estava incomunicável em Cuba, não? Havia apenas a “defesa” do sr. Tarso Genro. Mesmo com as “novas” sobre o assunto, já expressei o que penso sobre isso.