Archive for November, 2010
Friday, November 26th, 2010
Piada recebida por email.
Dilma foi a uma escola conversar com as criancinhas, acompanhada de uma comitiva.
Depois de apresentar todas as maravilhosas propostas para seu governo (se eleita), disse às
criancinhas que iria responder perguntas.
Uma das crianças levantou a mão e Dilma perguntou:
- Qual é o seu nome, meu filho?
- Paulinho.
- E qual é a sua pergunta?
- Eu tenho três perguntas.
- A primeira é “Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?”
- A segunda é “Quem matou o Prefeito Celso Daniel?”
- E a terceira é “A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?”.
Dilma fica desnorteada, mas neste momento a campainha para o recreio toca e ela aproveita
e diz que continuará a responder depois do recreio.
Após o recreio, Dilma diz:
-OK, onde estávamos? Acho que eu ia responder perguntas. Quem tem pergunta?
Um outro garotinho levanta a mão e Dilma aponta para ele.
- Pode perguntar, meu filho.
- Como é seu nome?
- Joãozinho, e tenho cinco perguntas:
- A primeira é “Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?”
- A segunda é “Quem matou o Prefeito Celso Daniel?”
- A terceira é “A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?”
- A quarta é “Porque o sino do recreio tocou meia hora mais cedo?”.
- A quinta é “Cadê o Paulinho??”
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Friday, November 12th, 2010
Leio no Uol que o ministro da educação, Fernando Haddad, acredita que levaria de dois a três meses para organizar uma nova edição do Enem. Vamos dar o crédito merecido ao homem, afinal, ele teve UM ANO para organizar essa edição e ela foi um fiasco. E agora precisa de apenas 60 dias para jogar uma nova no “mercado”.
Com tanta competência, já deu pra entender porque o companheiro Haddad não doi demitido.
Em tempo, o que aconteceu esse ano foi muito pior que o ocorrido em 2009. Naquele exame houve corrupção, à isso toda empreitada está sujeita (a forma como se lida com a corrupção é o que importa). Este ano, havia erros de revisão na prova.
Tenho uma sugestão, se Haddad continuar à frente do MEC no governo da companheirA, poderia formar uma comissão no congresso para acompanhar o Enem. Encabeçada pelo palhaço Tiririca. Claro.
No uol.
Haddad: se Enem tiver que ser reaplicado, o MEC precisará de “dois ou três meses”
Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, demoraria “de dois a três meses” para que fosse organizada uma nova edição do Enem (Enem). A declaração foi dada ao Bom Dia Brasil e foi ao ar na manhã desta sexta (12).
O MEC (Ministério da Educação) pretende realizar a nova prova do Enem nos dias 4 e 5 de dezembro, para os alunos que receberam a prova com erro de impressão e não conseguiram trocá-la de imediato.
A Justiça suspendeu o Enem nesta semana. A AGU (Advocacia-Geral da União) recorreu e a decisão deve ser tomada no TRF da 5ª Região, em Recife. Não há prazo para que o resultado seja definido.
De 2.000 para 200
O MEC estima em 200 o número de estudantes prejudicados pelos problemas do caderno amarelo. O levantamento foi apresentado pelo ministro Fernando Haddad, de acordo com o presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), Augusto Chagas, e o da Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), Yann Evanovick. Ambos tiveram um encontro com o ministro no fim da tarde desta quinta-feira. No final de semana, o MC chegou a informar que a estimativa extraoficial era de 2.000 inscritos.
O MEC diz que foram entregues 21 mil cadernos com erros de impressão. Inicialmente, o ministério informou que 2.000 não foram trocados –ou seja, esses estudantes precisariam refazer o exame, de acordo com o levantamento preliminar. No entanto, o levantamento feito até agora mapeou a aproximadamente 200 alunos nessa situação.
Entenda a batalha judicial
Estudantes identificaram problemas nos cadernos de provas e nos gabaritos do Enem, que foi aplicado nos dias 6 e 7 de novembro. Nos cadernos amarelos, havia questões repetidas e faltantes. Já nas folhas de resposta, os cabeçalhos dos testes de ciências da natureza e ciências humanas vieram trocados.
Depois disso, a Justiça suspendeu o Enem 2010. No dia 8 de novembro, a juíza Karla de Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal do Ceará, acatou argumento do MPF (Ministério Público Federal) e determinou a imediata suspensão do Enem 2010 em todo o Brasil. A Justiça entendeu que o erro de impressão das provas levou prejuízo aos candidatos.
Os réus questionaram a amplitude da decisão, ao que a juíza esclareceu que todo o processo deveria ficar suspenso. Isso incluía a divulgação do gabarito no final da terça-feira e a abertura de sistema de reclamação sobre o preenchimento dos gabaritos, previsto para a quarta (10).
Mesmo com essa decisão, o procurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, pediu a anulação do Enem. “A prova tem que ser nula, independentemente de qualquer coisa”, afirmou o procurador, que defende uma apuração criteriosa das responsabilidades pelas falhas.
A DPU (Defensoria Pública da União) do Ceará se juntou ao MPF (Ministério Público Federal) do Estado no pedido de anulação do Enem.
No dia 11 de novembro a AGU protocolou o recurso contra a suspensão do Enem e, agora, aguarda a decisão da Justiça.
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Wednesday, November 10th, 2010
A senadora Kátia Abreu possui um mérito raro no cenário político brasileiro: defende suas posições. E, justamente por ter postura, foi uma voz quase solitária na oposição ao lulo-petismo. Como bem sabem os Mercadantes e Patruses Ananias da vida, quem adere ao lulismo abdica de possuir opinião própria. Não tenho dúvida que se houver de fato investigação dos acontecimentos desses últimos anos, os oposicionistas de fato colherão os frutos da sua coragem.
Vale muito a leitura da entrevista concedida pela senadora à Folha de São Paulo. Uma análise bastante clara da relação entre agronegócio e preservação ambiental, do cenário político e da interpretação dos fatos pela população.
Na Folha de São Paulo
Otimista com Dilma Rousseff, mas firme na oposição. Assim se descreve a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).
| Eduardo Anizelli/Folhapress |
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“Dilma passou por dissabores por não conseguir unir a burocracia ambiental à realização das obras do PAC”, afirma Abreu, 48.
Em entrevista, ela diz que o PT perdeu em várias regiões onde o agronegócio é forte “porque tivemos a maior insegurança jurídica nesses oito anos” e reclama que falta estratégia para deixar o campo mais produtivo, mas “sobra ideologia”. E afirma que a CNA não é contraponto ao MST. “O contraponto ao MST é a Constituição.”
DISSABORES DE DILMA
A presidente eleita Dilma Rousseff teve dissabores imensos com relação à questão ambiental na execução das obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]. Então, ela tem a experiência, além da teoria, ela conhece as mesmas dificuldades que temos no setor rural. Tanto eu, quanto a Dilma e todos os brasileiros se preocupam com o meio ambiente. Isso não é uma reserva de mercado e nem um patrimônio exclusivo da ex-ministra [do Meio Ambiente] Marina Silva. É o mesmo que discutir a Lei da Gravidade. Eu sou contra e você é a favor da Lei da Gravidade? Então, eu acredito que Dilma, por essas experiência negativa de não conseguir compatibilizar a preservação com a execução das obras, poderá trazer à luz um debate com mais bom senso e racionalidade e buscar, repito, a ciência.
FREIO À GASTANÇA
Espero que Dilma implemente uma política econômica de diminuição de gastos públicos. Ela tem a grande chance de dar uma freada na gastança pública.
Se nós estivéssemos promovendo uma gastança pública que trouxesse melhorias para a população, ninguém aqui precisava dizer nada.
A minha filha, que tem 22 anos, sempre me pergunta: mãe, por que o imposto no Brasil é tão caro e tudo é tão ruim?
A saúde não tem qualidade. Os patrões, apesar de pagarem seus impostos e os trabalhadores, quando adoecem se o patrão não der uma força, uma mão, passam dificuldade. Um exame de papanicolau, o mais simples possível, leva de oito meses a um ano para dar o resultado para uma mulher.
Educação está aí. O PNUD com os resultados terríveis com a mudança de cálculo. O PNUD colocou a educação no Brasil como o principal fator para a pobreza.
A Segurança está aí. Acabei de ver o “Tropa de Elite 2″, que demonstra bem a realidade brasileira. Então, os serviços essenciais são de baixa qualidade e uma taxa tributária alta. Isso só vai ter conserto se a gastança pública diminuir. Outra mágica não existe.
ARROCHO POPULAR
Espero que Dilma possa trazer um arrocho fiscal saudável para o Brasil, inclusive, com medidas populares. Nesse quesito quero dizer que votarei a favor. Votarei com ela. Porque eu não estarei votando no governo. Estarei votando pela preservação das instituições, de uma situação econômica regular e tranquila. Não tenho nenhuma dificuldade em estar junto numa votação dessa, ao mesmo tempo que não terei nenhuma dificuldade para votar contra a CPMF.
DEMÔNIOS
Agora, precisa dar praticidade e parar de demonizar essa situação. “Ou você pensa como nós ou você é um demônio.” “Ou você é contra a Amazônia ou você é contra o meio ambiente.” Essa ditadura ideológica precisa ter um fim. Meio ambiente é um assunto a ser discutido democraticamente. Claro que totalmente embasado na ciência. A gente não tem como fugir desse embasamento científico. Dá tranquilidade a todos nós.
PRAGAS E EROSÃO
Quem é que quer produzir arroz de altíssima qualidade, cometendo crime ambiental, sabendo que vai trazer prejuízos ao país e à sua propriedade rural? Não conheço ninguém que produz sem água. A erosão baixa a produtividade. Se você não tiver o equilíbrio na biodiversidade as pragas vêm arrasadoramente tanto na produção de grãos quanto nas doenças dos animais. Então, é muito engraçado colocar o produtor contra o meio ambiente, porque nós vivemos dele mais do que qualquer um, porque dói no bolso, que é o órgão mais sensível.
NOVO MINISTRO
A CNA [Conferação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil] nunca foi ouvida com relação a nenhum ministro em nenhum governo. E, ao mesmo tempo, sempre tivemos um ótimo relacionamento com todos os ministros, especialmente, no governo Lula. Roberto Rodrigues [da Agricultura] e Reinhold Stephanes [ex-ministro da pasta] frequentavam, como se diz na expressão popular, de dentro da nossa casa, nós trabalhávamos juntos, eles tiveram todo apoio da CNA. A única coisa que nós não gostaríamos de ver no Ministério da Agricultura é o óbvio, alguém que não defendesse a produção.
CHEFE DE TORCIDA
Na Inglaterra, o Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente é um só, inclusive, com o mesmo ministro. Se aqui no Brasil nós pedíssemos uma situação dessas seria a execração total, imaginar que nós queríamos destruir o Ministério do Meio Ambiente e não o da Agricultura, com a união dos dois, mas para dizer que no ministério, em qualquer ministério do Brasil, nós não podemos permitir que tenha representante de classes nos ministérios.
Representantes de classe: não me roube meu papel, esse é meu. Assim como as pessoas que presidem as ONGs, as ambientalistas, representam uma ideia, representam uma bandeira, cada um na sua.
Ministro de Estado não pode ser chefe de torcida nem dos ruralista e nem dos ambientalistas. Ele precisa pensar no país, no Estado Brasileiro e fazer com que as coisas possam acontecer de forma republicana, vendo os interesses do país.
É impossível que o ministro do Meio Ambiente não conviva com o ministro da Agricultura. Os dois precisam pensar juntos o país. Por isso a Inglaterra colocou as duas ações num ministério só, porque não vê incompatibilidade. Como ficar fora o Ministério do Meio Ambiente sem discutir a produção?
Eu repito: nós queremos fazer as coisas corretas. Nós não queremos fazer nada errado pelo lucro e pelo plantio. Nós temos áreas de sobra para fazer produção no lugar certo e preservar o meio ambiente, onde for preciso nas áreas precisas.
CLAREZA DE MARINA
Não acredito que a votação de Marina Silva tenha sido por uma questão ambiental. A Marina teve, diferentemente dos outros candidatos, uma maior clareza nas suas ideias. Eu gosto muito de citar a primeira Carta de Paulo aos Coríntios, ele diz assim: “O som da flauta tem que ser de flauta e assim sucessivamente, dos outros instrumentos, da cítara, tem que ser de cítara”.
Então, a Marina teve o som da flauta, não teve ambiguidade no seu discurso. É o que eu procuro fazer: o som da minha flauta é de flauta. Eu toco flauta. Não toco cítara. Quem toca cítara é quem pensa diferente de mim.
Esta clareza é muito importante no debate político. Quando você leva para um debate político, você é de direita ou esquerda. É a soberba absoluta de candidatos que imaginam que a população vive em função dela ou em função de conceitos filosóficos.
A população sequer sabe ou compreende. É porque não quer entender. Se ela quisesse entender, ela entenderia. É porque não faz parte das suas vidas, não faz parte dos seus interesses, não faz parte da sua luta.
A sua luta é a luz e a água no final do mês, é a escola do seu filho paga, é ter saúde decente. Está lá preocupada o que é esquerda, o que é direita. Quem do eleitorado brasileiro perguntou isso? Qual eleitor perguntou para o candidato: candidato Serra o senhor é direita ou esquerda? E isso virou uma polêmica, como se fosse a coisa mais importante do Brasil. Ou você é liberal ou neoliberal?
Chega a ser ridículo esses conceitos. A Marina saiu de tudo isso dando um exemplo, ela falou tudo isso. Não significa que tudo o que ela defende é o que eu defendo, mas eu tenho que reconhecer que ela teve clareza, principalmente, em princípios que a população brasileira acredita.
MARINA CONSERVADORA
A população brasileira é religiosa. A sua grande maioria é católica, se não for católica é evangélica, se não for evangélica é espírita. E, normalmente, as pessoas que possuem religião, são pessoas controladoras em seus princípios. Não significa que não mude com a evolução da humanidade, da ciência, mas aquilo que é, aquilo que faz parte e fundamenta os seus princípios.
A Marina se mostrou apesar de dita de esquerda, com princípios conservadores e isso agradou a população. Então, a presidente Dilma, em alguns momentos ou em vários momentos, tentou contradizer pontos que ela tinha dito no passado, como o caso do aborto, como o caso da invasão de terra. O Serra, em muitos momentos, não teve clareza com relação a esses princípios e a essas ideias, que virou pauta, ninguém tem culpa disso, virou uma pauta de eleição. Filosoficamente, pode estar errado, o conteúdo programático pode estar errado, a população quer saber, ela tem o direito de ouvir.
DIREITA/ESQUERDA
Tanto o candidato Serra quanto a candidata Dilma discutiram assuntos que não dizem respeito à sociedade. A sociedade não estava interessada em direita, esquerda, neoliberal. Faça pesquisa popular para ver se alguém se interessa por esses temas, do que é liberal ou neoliberal. O que é direita, o que é esquerda.
RURAL VS. URBANO
Não pode persistir um direito à prioridade urbana, mas um não direito à propriedade rural. O direito à propriedade é um só, está na Constituição e precisa ser respeitado. Há concentração no setor de supermercados, há no setor de bancos, mas parece que só a grande propriedade rural é vilã.
BNDES
Não é a escolha de grandes conglomerados de carnes que vai deixar a economia mais competitiva e nisso sou crítica [o banco injetou recursos em frigoríficos como Marfrig e JBS para financiar aquisições]. É o investimento em pesquisa e em tecnologia que vai nos dar mais produtividade. Quando vejo o anúncio desses grandes créditos, sempre penso como foi a escolha dos preferidos e quem são os excluídos de quem tem acesso ao crédito. Quando comparo os investimentos em educação e pesquisa de China e Coreia com os do Brasil, vemos o quanto precisávamos investir nessa área.
REFORMA AGRÁRIA
Não podemos debater o crime, que são as invasões. Podemos discutir o que é melhor, aonde há produtividade, porque os assentamentos são pouco produtivos. O menor não é o melhor. Você precisa ter renda alta, você não transfere renda com patrimônio.
Estamos concluindo um estudo com a FGV que demonstra que 70% do valor bruto da produção no país está em 4,5% das propriedades rurais. Só que o Censo Agropecuário de 2006 demorou quatro anos para ser divulgado e, como o IBGE foi aparelhado, querem fazer crer que é a pequena propriedade a mais produtiva. A grande massa das propridades rurais, 1,5 milhão delas no país, não tem renda nenhuma.
POLÍTICA AGRÍCOLA
O que precisamos é de portos, estradas, trens e aeroportos eficientes, qualificação da mão de obra. As grandes propriedades rurais se autoprotegem e conseguem financiamento da iniciativa privada. As propriedades menores precisam de acesso ao crédito, logística.
Uma propriedade grande vai vender uma caixa de laranjas a US$ 3 porque teve acesso aos melhores defensivos, adubos, técnicas; a propriedade menor, no mesmo espaço, só vai conseguir vender essa caixa a US$ 5.
GERGELIM LUCRATIVO
O Brasil precisa importar 80% do gergelim que consome e é um produto de nicho, com margem de lucro alto. A pequena propriedade rural deveria se dedicar a esses produtos de nicho, a partir de pesquisa de mercado. Se você produzir soja em 50 hectares, você dificilmente terá lucro. Comida de pobre tem que ser produzida por rico, com muita terra; o pobre, se produzir comida de rico, lucra.
ITAMARATY
Nossa diplomacia tem sua competência, mas faltou prioridade para se promover o produto brasileiro no exterior. Crescemos na Ásia e minguamos na Europa. Por que não conseguimos manter os dois mercados grandes? Depois de dez anos de promessas, as embaixadas brasileiras receberam adidos agrícolas, mas eles são tratados como a quinta categoria das embaixadas, sem a menor importância, quando deveriam ser os juízes de pequenas causas que socorrem exportadores e desembaraçam a burocracia.
LEIS RELATIVIZADAS
O governo brasileiro deveria ter uma legislação mais clara quanto ao chamado trabalho escravo. No mundo, há o conceito de “trabalho forçado”, aqui aumentamos e há a relativização das leis disfarçada de bandeira social. Elas não servem apenas para defender o trabalhador, mas para também punir o patrão rural. É ideológico. Por que não tem trabalho escravo na pequena propriedade?
VOTO RURAL
José Serra venceu em vários Estados e regiões onde o agronegócio é mais forte. Não somos apenas arroz e feijão, há uma cadeia grande de produção que viveu na maior insegurança jurídica da história nos últimos oito anos. A CNA não é contraponto ao MST. O contraponto ao MST é a Constituição.
TERRA PARA ESTRANGEIRO
Não dá para barrar chinês que quiser comprar terras no Brasil. Tem contrato de gaveta, laranjas, a lei pode ser burlada. O que precisamos saber é o que eles farão aqui e se podemos competir com eles. É o que acompanha as discussões sobre o conteúdo nacional. Por que não damos condições ao produtor local para competir? Geramos empregos lá fora porque aqui cobramos 40% de carga tributária. Se o brasileiro fizer um produto pior ou não conseguir competir, tudo bem, mas as condições têm quer similares.
CÂMBIO
O câmbio afeta muito a agricultura. Os Estados Unidos não têm outra opção a não ser despejar dólares para reanimar sua economia, e o Brasil apoia a China, que mantém sua moeda desvalorizada artificialmente. A indústria brasileira e também o produtor primário sofrem com essa competição chinesa. Mas a única maneira de reduzirmos os juros para que menos dólares venham para cá é com uma política fiscal mais austera, com um forte corte no gasto público.
OPOSIÇÃO FIRME
Resultado das urnas para mim é missão. O político tem o risco de ganhar e perder. Eu adoro ser política, amo isso, e a oposição precisa aguentar firme, fazer o seu papel. O Serra excluiu os aliados, não teve lideranças do DEM, não teve o Bornhausen [Jorge Bornhausen, ex-senador e ex-presidente do DEM], ele tentou fazer tudo sozinho. E como você vai criar ilusões sozinho? O DEM precisa ter candidato próprio em 2014.
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Wednesday, November 10th, 2010
No blog do jornalista Josias de Souza.
Recebido por Lula há 49 dias, Silvio Santos anuncia rombo bilionário em seu banco
Em comunicado dirigido ao mercado, o banco PanAmericano informou que carrega em sua contabilidade uma cratera de R$ 2,5 bilhões.
No mesmo texto, anotou-se que o rombo foi coberto pelo Grupo Silvio Santos, controlador da casa bancária.
O dinheiro virá de empréstimo obtido junto ao FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Trata-se de entidade privada. Foi criada em 1995, sob FHC, para “proteger” os titulares de créditos bancários.
Os recursos do FGC vêm dos próprios bancos, que são obrigados a depositar um percentual mensal sobre as respectivas carteiras de crédito que contam com o suporte do fundo.
O socorro ao Panamericano foi autorizado pelo Banco Central. O Grupo Silvio Santos teve de oferecer em garantia um pedaço de seu patrimônio.
A encrenca vem à luz 49 dias depois de um encontro de Silvio Santos com Lula. O mandachuva do SBT foi recebido no Planalto às 11h25 do dia 22 de setembro.
Nessa hora, constava da agenda de Lula um despacho com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.
Informou-se na ocasião que Lula cancelara a reunião com Meirelles para receber Silvio Santos. Pela versão oficial, o tema da conversa foi o Teleton.
Trata-se de programa veiculado anualmente na rede de TV de Silvio Santos. Visa recolher doações para o tratamento de crianças deficientes.
À saída do Planalto, Silvio Santos declarou que fora a Lula para pedir que fizesse uma doação de R$ 12 mil. Não há notícia da efetivação do donativo.
O repórter apurou que o BC de Meirelles deve abrir uma investigação contra o PanAmericano. Detectaram-se irregularidades na gestão do banco.
Coisas assim: o PanAmericano vendia carteiras de créditos a outras instituições financeiras e se abstinha de dar baixa em sua escrituração.
Significa dizer que tonificava artificialmente seus balanços, mantendo na coluna de ativos os créditos que, passados adiante, já não lhe pertenciam.
Há um ano, em novembro de 2009, a Caixa Econômica Federal adquiriu 35,5% do capital do PanAmericano. Negócio R$ 739,2 milhões.
Curiosamente, antes de fechar a transação, a Caixa havia auditado as contas da casa bancária de Silvio Santos.
ervira-se da assessoria da KPMG e do banco Fator. Não detectaram vestígios das irregularidades que, agora, o BC diz existir nas contas da instituição.
No curso da apuração que deve realizar, o BC terá de responder à seguinte pergunta: a gestão anômala do PanAmericano decorreu de erro ou de má fé?
Para obter o socorro bilionário do FGC, o PanAmericano teve de destituir sua diretoria.
O repórter Leonardo Souza informa que, em ação coordenada com o BC, a Caixa fará uma “intervenção branca” na instituição.
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Sunday, November 7th, 2010
Reportagem publicada no site A Gazeta Esportiva. Comento em seguida.
O jogo de equipe que foi visto na Alemanha tem que ficar bem longe do GP do Brasil para o bem de Felipe Massa. O piloto da Ferrari pode deixar o circuito de Interlagos algemado caso deixe seu companheiro Fernando Alonso ultrapassá-lo na corrida do próximo domingo.
Isto é o que está previsto no Estatuto do Torcedor. Quem infringir a regra pode pegar até seis anos de prisão. “Se ele fizer isso, ele tem que sair algemado de Interlagos”, afirmou o promotor Paulo Castilho, do Juizado Especial Criminal, ao jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o artigo 41-E do Estatuto do Torcedor, “fraudar, por qualquer meio, ou contribuir para que se fraude, de qualquer forma, o resultado de competição esportiva” é caso de polícia. O infrator pode pegar de dois a seis anos de reclusão.
Fora da briga pelo título, Massa não descartou ajudar Alonso, atual líder do Mundial de pilotos, na etapa de Interlagos, a penúltima da temporada da Fórmula 1. A largada está marcada para as 14h (de Brasília) do próximo domingo.
Comento
Além de passar a impressão que o ministério público não tem mais o que fazer (???), a informação deixa claro o desconhecimento com o esporte. A FIA (Federeção Internacional de Automobilismo) sancionou o chamado ” jogo de equipe” . A saber, na F1 são disputados dois campeonatos: o de pilotos e o de equipes. Desonesto seria se um piloto não se esforçasse para conquistar os dois. Felipe Massa não possui condições matemáticas de vencer o de pilotos, portanto, deve, pela lisura da competição, ajudar Fernando Alonso como puder. Pô, custa ler o regulamento da categoria antes de emitir opinião?
O que acho curioso é que nunca ouvi ninguém “reclamando” que o Berger entregava corridas para o Senna. E tanto isso é verdade que o próprio Ayrton permitiu a ultrapassagem do austriaco em certa ocasião (com o campenato já ganho) “em agradecimento” . Assim, às claras.
Discutir a ética do procedimento, vá lá. Mas ilegal não é.
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Sunday, November 7th, 2010
Entrevista com o governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB) sobre o papel do partido nesse terceiro mandato petista.
No Estadão.
Como será a oposição no terceiro governo seguido do PT. Será mais forte, mais fraca?
Oposição tem de fazer o papel de oposição. Quem perde a eleição fica fora do governo, analisa o governo. Nós não temos nada a ver com o passado velho, do velho PT contra tudo e contra todos. Podia ser a melhor coisa ou a pior coisa para o povo que eles iam ser contra. Vamos fazer diferente. Não pensamos assim. Fui líder e vice-líder da oposição no primeiro governo Lula na Câmara. E teve várias matérias que ajudamos o governo a aprovar. Matéria muito específica sobre legislação de florestas. Que tinha a (ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata do PV) Marina, ela se empenhou muito para fazer. Eu que ajudei a provar. Eram matérias que a gente achava corretas. Aquilo que a gente acha que não está correto tem de se opor mesmo. Se opor com toda combatividade. Não é fazer de conta. Não é meio termo.
Essa responsabilidade da oposição pode facilitar uma coalizão com o governo federal?
Não tem nada de coalizão. Oposição é para fazer oposição. O povo determinou que você fizesse oposição, que não fosse governo. Isso não significa que o povo quer que a gente aja ao contrário dos interesses do País.
O PSDB de São Paulo sai enfraquecido desse pleito?
Não. Há um certo tempo o PSDB de São Paulo não elegia um senador. Agora elegeu um senador, elegeu o governador. Teve maioria dos votos para a Presidência da República em São Paulo. Aqui ganhamos todas. O que vamos querer mais? Em São Paulo fizemos toda a lição de casa.
Mesmo com Aécio Neves despontando como nome forte do PSDB para 2014?
O PSDB de São Paulo ganhou a eleição nos dois níveis (para o governo do Estado e para o Senado). O PSDB de Minas ganhou a eleição nos dois níveis. Como aqui, Minas ganhou o governo do Estado e fez um senador. E na coligação fez outro senador, que foi o Itamar Franco. O governo de Minas também saiu vitorioso. O PSDB do Paraná também saiu vitorioso. Se você começar a diferenciar por Estado, você não chega a lugar nenhum. Aqui é um País. Um País único. O partido é nacional. Tem mais força aqui, menos força ali por questões regionais. Mas é um partido nacional. O PSDB tem hoje sua maior força, é verdade, nas áreas de concentração onde você tem o maior volume de pessoas. Somos majoritários em quase 60% do eleitorado nacional. Fomos majoritários na maioria das capitais. De 27 capitais elegemos 14. Elegemos todas as capitais do Sudeste e do Sul, menos o Rio de Janeiro. Temos presença forte no PIB nacional. Ganhamos as eleições nos Estados que representam 60% do PIB nacional. É um partido forte.
Há fragilidades, onde?
Sim, ele tem suas fragilidades. Tem áreas onde é muito frágil, como junto às pessoas mais simples, mais humildes e carentes. Nós perdemos (a eleição) onde vivem as pessoas mais humildes.
Leia aqui.
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Saturday, November 6th, 2010
Leia primeiro o post sobre Aécio na presidência do Senado.
O plano governista de dividir para conquistar a ausência de oposição no país parece estar indo de vento em popa. Independente de Aécio aceitar a jogada ou não, a cicatriz com a aparente falta de empenho do mineiro no segundo turno dessas eleições tende a se aprofundar. Veja o que vai no site do jornalista Bob Fernandes.
Serristas tentam esvaziar Aécio e manter controle do PSDB
Marcela Rocha
A ala do PSDB ligada ao ex-presidenciável José Serra se articula para ficar com a liderança na Câmara dos Deputados e assumir a linha de frente na oposição ao governo Dilma. Para isso, sabe que é preciso manter o poder do diretório de São Paulo na sigla. Os serristas esperam reduzir eventuais danos causados pela aproximação do ex-governador mineiro Aécio Neves à base governista para tentar concorrer à presidência do Senado.
Ao mesmo tempo, o grupo mais próximo a Serra busca uma forma de mantê-lo em evidência no cenário nacional. Uma das opções apontadas seria nomeá-lo para a presidência do Instituto Teotônio Vilela, órgão de estudos e formação política do PSDB.
Para tucanos paulistas, a movimentação do PSB junto à ala aecista do PSDB e do DEM seria apenas uma tentativa de pressionar Dilma e assim aumentar a influência deles na partilha do governo. Mostrando que tem diálogo com setores da oposição, o PSB aumentaria seu poder de barganha junto à petista, que precisa dividir os ministérios com o aval do PMDB.
Integrantes do PSDB de São Paulo dizem que o PMDB não permitirá Aécio na presidência do Senado, o que não significa que ele não se candidatará à vaga. Tucanos ligados a Serra esperam também que Aécio dispute a presidência do partido ou a liderança em uma das Casas, e já costuram de modo a garantir a liderança na Câmara.
Entre os nomes cogitados numa lista já preparada, estão os deputados eleitos Mendes Thame (SP), Luiz Carlos Hauly (PR) e César Colnago (ES), que coordenou a campanha de Serra em seu Estado. Os serristas defendem organizar esse foco de resistência a partir de São Paulo, contando com a reaproximação entre o ex-presidenciável e o governador eleito Geraldo Alckmin (SP).
Outra forma de ampliar o campo de influência de Serra no comando do partido seria, de acordo com aliados, defender a manutenção do senador Sérgio Guerra (PE) na presidência da sigla. Para eles, seria uma maneira de evitar a entrada de um aliado de Aécio, ou dele próprio.
Embora Serra tenha tido problemas com Guerra durante a campanha, ele aposta que o pernambucano adotaria uma linha mais crítica em relação ao governo Dilma no Congresso. Linha que, para os tucanos paulistas, seria evitada por aecistas.
Serra está na França e ainda não se sabe quando voltará. O tucano viajou acompanhado de seu filho e palestrou em um seminário sobre a Europa e a América Latina em Biarritz.
Leia a matéria aqui.
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Saturday, November 6th, 2010
A situação sabe o que aconteceu esse ano: venceram as eleições presidenciais e, pela primeira vez desde o mensalão, o país voltou a ter oposição. Há dois líderes importantes muito bem instalados, Aécio Neves e Geraldo Alckmin.
Alckmin batalhou duro no segundo turno e ajudou Serra a abrir uma diferença que beirou os dez pontos percentuais em São Paulo, quase dois milhões de votos. Já Aécio, apesar de ter percorrido mais de 70 municípios mineiros, segundo sua assessoria, pareceu trabalhar mais na própria campanha para 2014, andando por regiões fora de sua principal área de influência.
Para esse governo, uma aproximação com Alckmin é mais complicada, as diferenças de estilo são muito grandes. Já com Aécio, vale tentar a sedução… e foi o que fez o governador do Ceará, Cid Gomes.
Texto apresentado no Estadão.
Cid Gomes defende Aécio na presidência do Senado
04 de novembro de 2010 | 13h 46
CAROL PIRES - Agência Estado
O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), defendeu hoje que a presidente eleita, Dilma Rousseff, acerte um pacto entre os partidos da base aliada para levar o tucano Aécio Neves, eleito senador por Minas Gerais, à presidência do Senado. “Seria um belo aceno”, disse Cid Gomes.
Segundo Cid Gomes, não se trata de “cooptar” a oposição, e sim de fazer um “pacto” pela governabilidade. “Não estou falando em cooptar a oposição, em trazer o DEM e o PSDB para o governo. Falo em fazer um pacto para que estruturas do Poder possam ser compartilhadas”, disse.
Gomes fala em discutir propostas que a oposição tenha para o Brasil e incluí-las - em parte ou totalmente - no projeto governista. Em contrapartida, a oposição ajudaria a aprovar projetos de interesse do governo. “Oposição por oposição, sinceramente não acho que tem que ter isso, não. Nós temos que ter propostas para o Brasil”, disse.
Para Cid Gomes, existem vários tipos de oposição, a raivosa, a ideológica, e a bem-intencionada. “Oposição sempre existirá, mas tem que estar num patamar abaixo das preocupações fundamentais com o País”. Cid Gomes e outros governadores eleitos pelo PSB participam hoje de reunião da Executiva Nacional do partido, em Brasília, para fazer um balanço das eleições.
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Thursday, November 4th, 2010
Geraldo Alckmin foi um dos únicos governantes desse pais que efetivamente aplicou redução de impostos. Isso, entre outros fatores, explica porque se elegeu no primeiro turno. Com redução de impostos, durante o seu governo, o estado de São Paulo cresceu mais que a média nacional. O esperado seria que crescesse menos. Afinal, por ser um estado mais rico, possui menor “área útil” de crescimento relativo.
Notícia no IG:
O governador eleito Geraldo Alckmin recebeu hoje, no gabinete de transição, no centro de São Paulo, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, presidente fundador do Movimento Brasil Competitivo, que defende a redução da carga tributária. Embora sem citar a CPMF, Alckmin saiu do encontro pregando redução de impostos:
- Para fazer os investimentos necessários em áreas como saúde, educação, segurança, o governo precisa de recursos, e a população não agüenta mais impostos. Portanto, só existe um caminho a trilhar: aumentar a eficiência do Estado para gastar melhor o dinheiro do contribuinte – disse Alckmin após o encontro.
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Thursday, November 4th, 2010
Lula foi humilhado por FHC em duas eleições. Caso tenham esquecido, não houve sequer segundo turno. E mesmo contra outros, sempre precisou de segundo turno para as suas vitórias.
Agora FHC convidou Lula para um debate público. Colocar os dois governos na mesa e discutir o que fez cada um. O messias de Garanhuns deve amarelar. Que sentido faria um semideus se “rebaixar” e conversar com os mortais?
Mas não é esse o verdadeiro motivo. Na verdade, devo usar o plural: motivos.
1. Lula foi CONTRA o plano Real. Utilizou o seu então espaço de eterno candidato a presidente para achincalhar a ação política econômica que mais tirou brasileiros da miséria. FHC certamento o lembraria disso.
2. Lula foi CONTRA a privatização das empresas de telecomunicações. E hoje se gaba de 1 telefone por habitante. FHC não permitiria que ele escapasse incólume dessa.
3. Lula foi CONTRA a concessão de exploração de áreas de petróleo. Foi justamente essa regulamentação que permitiu à Petrobrás firmar parcerias que viabilizaram economicamente e tecnicamente as descobertas do Pré-sal. Evidentemente que FHC faria ponto com essa.
4. Lula foi CONTRA a lei de resposabilidade fiscal e o superávit primário. O Brasil só conseguiu terminar o ano da crise com crescimento zero (apesar de ter tido um vale de -4%, recessão braba!) graças a essas políticas. FHC poderia lembrar algumas das falas do messias sobre o tema.
5. Lula é CONTRA a oposição e vai tentar minar a iniciativa de FHC de ensinar aos tucanos como fazer isso.
6. Lula foi CONTRA… ahh, Lula sempre foi contra tudo! Vive acusando os outros de serem da turma do “quanto pior melhor” pra ver se consegue se livrar dessa máscara.
7. Esse é o principal item: LULA SEMPRE PERDEU OS DEBATES. O único que me lembro que empatou com louvor, foi o último da campanha de 2006, quando Geraldo Alckmin foi muito mal orientado e pegou leve demais. Isso após aplicar uma surra no messias de Garanhuns no debate anterior.
Mas não custa sonhar, não é mesmo?
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