Friday, November 26th, 2010
Piada recebida por email.
Dilma foi a uma escola conversar com as criancinhas, acompanhada de uma comitiva.
Depois de apresentar todas as maravilhosas propostas para seu governo (se eleita), disse às
criancinhas que iria responder perguntas.
Uma das crianças levantou a mão e Dilma perguntou:
- Qual é o seu nome, meu filho?
- Paulinho.
- E qual é a sua pergunta?
- Eu tenho três perguntas.
- A primeira é “Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?”
- A segunda é “Quem matou o Prefeito Celso Daniel?”
- E a terceira é “A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?”.
Dilma fica desnorteada, mas neste momento a campainha para o recreio toca e ela aproveita
e diz que continuará a responder depois do recreio.
Após o recreio, Dilma diz:
-OK, onde estávamos? Acho que eu ia responder perguntas. Quem tem pergunta?
Um outro garotinho levanta a mão e Dilma aponta para ele.
- Pode perguntar, meu filho.
- Como é seu nome?
- Joãozinho, e tenho cinco perguntas:
- A primeira é “Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?”
- A segunda é “Quem matou o Prefeito Celso Daniel?”
- A terceira é “A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?”
- A quarta é “Porque o sino do recreio tocou meia hora mais cedo?”.
- A quinta é “Cadê o Paulinho??”
Tags: Celso Daniel, dilma, escola, mensalao
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Sunday, November 7th, 2010
Entrevista com o governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB) sobre o papel do partido nesse terceiro mandato petista.
No Estadão.
Como será a oposição no terceiro governo seguido do PT. Será mais forte, mais fraca?
Oposição tem de fazer o papel de oposição. Quem perde a eleição fica fora do governo, analisa o governo. Nós não temos nada a ver com o passado velho, do velho PT contra tudo e contra todos. Podia ser a melhor coisa ou a pior coisa para o povo que eles iam ser contra. Vamos fazer diferente. Não pensamos assim. Fui líder e vice-líder da oposição no primeiro governo Lula na Câmara. E teve várias matérias que ajudamos o governo a aprovar. Matéria muito específica sobre legislação de florestas. Que tinha a (ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata do PV) Marina, ela se empenhou muito para fazer. Eu que ajudei a provar. Eram matérias que a gente achava corretas. Aquilo que a gente acha que não está correto tem de se opor mesmo. Se opor com toda combatividade. Não é fazer de conta. Não é meio termo.
Essa responsabilidade da oposição pode facilitar uma coalizão com o governo federal?
Não tem nada de coalizão. Oposição é para fazer oposição. O povo determinou que você fizesse oposição, que não fosse governo. Isso não significa que o povo quer que a gente aja ao contrário dos interesses do País.
O PSDB de São Paulo sai enfraquecido desse pleito?
Não. Há um certo tempo o PSDB de São Paulo não elegia um senador. Agora elegeu um senador, elegeu o governador. Teve maioria dos votos para a Presidência da República em São Paulo. Aqui ganhamos todas. O que vamos querer mais? Em São Paulo fizemos toda a lição de casa.
Mesmo com Aécio Neves despontando como nome forte do PSDB para 2014?
O PSDB de São Paulo ganhou a eleição nos dois níveis (para o governo do Estado e para o Senado). O PSDB de Minas ganhou a eleição nos dois níveis. Como aqui, Minas ganhou o governo do Estado e fez um senador. E na coligação fez outro senador, que foi o Itamar Franco. O governo de Minas também saiu vitorioso. O PSDB do Paraná também saiu vitorioso. Se você começar a diferenciar por Estado, você não chega a lugar nenhum. Aqui é um País. Um País único. O partido é nacional. Tem mais força aqui, menos força ali por questões regionais. Mas é um partido nacional. O PSDB tem hoje sua maior força, é verdade, nas áreas de concentração onde você tem o maior volume de pessoas. Somos majoritários em quase 60% do eleitorado nacional. Fomos majoritários na maioria das capitais. De 27 capitais elegemos 14. Elegemos todas as capitais do Sudeste e do Sul, menos o Rio de Janeiro. Temos presença forte no PIB nacional. Ganhamos as eleições nos Estados que representam 60% do PIB nacional. É um partido forte.
Há fragilidades, onde?
Sim, ele tem suas fragilidades. Tem áreas onde é muito frágil, como junto às pessoas mais simples, mais humildes e carentes. Nós perdemos (a eleição) onde vivem as pessoas mais humildes.
Leia aqui.
Tags: Alberto Goldman, dilma, lula, Marina, psdb, pt, Sao Paulo
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Tuesday, November 2nd, 2010
Já começou. Na verdade, estamos no terceiro turno da face autoritária do “Dilmismo”. A mulé do messias de Garanhuns excluiu o PMDB da estratégia inicial da campanha. Colocou alguns caciques para trabalhar no plano de governo que foi jogado no lixo. No segundo turno, nem participaram das reuniões. Agora, na fase de transição, os trabalhos começaram e, surpresa!, só petistas.
Dilma “lutou”, como eles gostam de dizer, no Colima e no VAR-Palmares, duas organizações que ambicionavam instituir a ditadura do proletariado no país. Em seguida, não teve uma carreira política. Ocupou um cargo de secretária e ministérios, mas nunca foi chefe de articulação política, não aprendeu a negociar, e negociar, e negociar… O resultado disso, já recebeu, via imprensa, um alerta do PMDB. Segue matéria publica na Estadão.
João Domingos e Eugênia Lopes, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Mesmo com o vice na chapa, o PMDB foi alijado da primeira reunião da presidente eleita, Dilma Rousseff, realizada ontem de manhã e à tarde na casa da petista, no Lago Sul, um dos bairros nobres de Brasília, quando foram escolhidos os primeiros nomes da equipe de transição.
Essa equipe será comandada pelo presidente do PT, José Eduardo Dutra, e pelo ex-ministro Antonio Palocci. Só foram convidados para a reunião com a presidente eleita os petistas mais próximos e cada um recebeu a sua missão para a futura equipe de transição.
Entre os peemedebistas, notava-se um misto de decepção pela ausência de um representante do partido na reunião com a presidente eleita, e a certeza de que o partido será tratado assim mesmo, à distância, porque os lugares mais próximos a Dilma estão reservados aos petistas.
Mas ficou no ar também um recado, o de que o PMDB saberá dar o troco sempre que for necessário. “Eles não vão governar sozinhos, vão governar com todo mundo”, disse o deputado Eduardo Cunha (PMDB-SP). Leia mais.
Tags: dilma, PMDB, pt
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